quinta-feira, 30 de setembro de 2010

São Paulo, 30 de setembro de 2010


A Paz do Senhor Jesus Cristo!

Felizes por este contato, apresentamos o Projeto Philadélfia, analisando contigo esta palavra: “Comunicação”.

Gostaria de mencionar, inicialmente, quatro objetivos principais deste projeto:
1º - Buscar o poder de Deus (Oração);
2º - Encontro com o Espírito Santo (Fé);
3º - Emancipação da Fé (Vida Eterna);
4º - Combater atravessadores da Fé (Discernimento).

- Quando buscamos o Poder de Deus, é porque sentimos que precisamos de ajuda, pois a nossa justiça é passional (queremos o Amor, mas não sabemos perdoar). Por isso, ao parar para sentir, damos o 1º passo da humildade para reaprender a amar.

- Se falamos em humildade de sentimentos, é porque temos consciência da necessidade de uma fonte mais pura e capaz de discernir nossa sinceridade e dependência, e assim no grão de mostarda de nossa fé, cremos que Deus pode nos ouvir e revelar a Fé Dele em nós (esperar com paciência).

- Após este encontro, a gratidão se multiplica e nos dá convicção de que o mundo Espiritual é real, e há um sistema mais justo e santo, cujo poder está acima de nossa capacidade de entender.

- Diante deste quadro, vamos meditar agora com os olhos do Espírito Santo e discernir as primícias de suas intenções.

Medite numa família, os pais brigando por ciúmes diante de um filho pequeno. Observe agora suas lágrimas. Deus as recolhe e envia anjos para sustentar o coração desta criança enquanto procura voluntários para, através do Espírito Santo, conduzi-los à reconciliação e, assim alegrar o coração puro de uma alma criança.

Por isso o grande atravessador da Fé é o orgulho da inteligência, que sem humildade nunca vai conhecer a sabedoria do Amor.

Quando a fé em ideais derruba ditaduras, mas não o orgulho da cultura de ostentação, a democracia se torna um narcisismo de trás do espelho que gera a ruptura da ética e a proliferação do ódio.

No sistema dos homens, a posse do amor é mais importante do que a renúncia, por isso o deserto do perdão é uma utopia desnecessária (ostentar para excluir).

No sistema de Deus, na sobrevida das mães esta o sinal da unção do amor de renúncia que sustenta gerações (Is 51).

A fé na fé gera farisaísmos.
A fé no amor gera o perdão.
A fé no perdão gera a gratidão.
A fé na gratidão gera o discernimento para entregar o amargo por amor, para combater o amargo por falta de amor.

A função da fé é servir o amor, por isso, por respeito aos corações maternos, renunciamos as emoções para ajudá-las na emancipação dos filhos, e conduzi-los a crer no poder da oração mutua.

Quando voltamos para agradecer o amor recebido (respeito aos pais) Deus aumenta o tempo de vida para semear o amor que Ele multiplica em cada coração (Is 38).

Nesta escola da vida, precisamos manter a intimidade com o Criador, pois vamos precisar da personalidade própria para discernir momentos de renuncia de respostas (quebra de preconceitos = auto-idolatria) com a manutenção de um coração puro (aprender a se alimentar não confiando em pessoas, mas no poder de Deus para usar pessoas).

O homem se comunica através de palavras, Deus se relaciona através do Espírito Santo e, somente Ele pode abrir os corações para libertar os preconceitos.

Confie, Jesus te ama e lhe ouve, Ele esta cuidando de você.

Ate mais, fique com Deus.

Sérgio H.

São Paulo, 29 de maio de 2010.

A Paz do Senhor Jesus Cristo!

Alegre pela sua presença, gostaria de lhes apresentar alguns aspectos do Projeto Philadélfia, analisando as cartas do apóstolo João, que estão no livro de Apocalipse da Bíblia Sagrada, nos capítulos 1 a 3.
Medite, inicialmente, no mistério da consistência da Bíblia, que sobrevive por gerações, com a mesma unção e poder, e chega até nós.

Diante deste quadro, vamos viajar de forma panorâmica sobre as escrituras, focando em 3 pontos:
1) Êxodo 19:4 – Deus fala com Moisés no Monte Sinai sobre a saída do Egito nas asas da águia.
2) Marcos 16:9 – Jesus aparece primeiramente a Maria Madalena.
3) Apocalipse 1:10 e 11 – João é arrebatado no Ilha de Patmos e, ouve uma voz que dizia: “Escreve num livro e envia às sete igrejas”.

Pare agora e vislumbre uma montanha e, em seu topo, o Jardim do Éden, em sua base 7 perfis de igrejas (famílias) e nos penhascos, os ninhos das águias.

Amplie esta visão para uma figura paterna do Criador que habita no Reino Espiritual, cuja voz se codifica na linguagem humana através de filtros de amor, de gratidão, de corações quebrantados (Madalena = primeira pregadora do Reino da Graça – Mc 16:10 – em lugares celestiais = coração de adorador).

Transfira agora a visão da montanha para o coração de Madalena e sua peregrinação por sete tipos de amores.
1) Caridade gerada por emoção e não por santificação (pentecostes sem doutrina).
2) Complexo de inferioridade por ouvir mais a voz de homens do que a voz de Deus (idolatria social).
3) Conversão exterior e não interior (doutrina sem pentecostes = muita educação e pouca sinceridade).
4) Busca a unção de Deus, mas faz aliança com atravessadores, permitindo a corrupção na distribuição da fé (discernimento imaturo).
5) Conhece a lei, mas não a graça (fariseus).
6) Busca de batalhas vencidas para plagiar a honra (igrejas de tecnologia).
7) Por esperar com paciência (apesar da dor, manteve o grão de mostarda da fé no amor), tem o encontro com o Pastor Jesus Cristo e o segue mesmo após a Sua morte (Lc 24:5) e recebe a unção para pregar para os discípulos e eles até nós.

Continuando a peregrinação por este fluxo de amor em trânsito, observamos que este fato aconteceu a mais de 20 séculos.

Por isso a visão de usos e costumes é relativa, pois depende da posição na dimensão do tempo, se preso no imediatismo de adorar as emoções (modismo) ou, buscando a santificação para renunciar os preconceitos (cobrir a nudez) e ser reprogramado para ser útil como vasos de barro, para levar o amor de Jesus através do Espírito Santo.
Jesus vem buscar um sentimento que se desprendeu da gaiola do tempo e, semeia o evangelho "verde" que transcende gerações (plantamos hoje, indiferentes do tempo da gestação dos frutos, para perpetuar o amor descrito nas escrituras).

Lutamos para preservar a virgindade no próximo porque sabemos que já não a temos.
O amor de Deus é único e está dentro de nós, é purificado em vaso de barro sete vezes para curar a lepra de Naamã (preconceitos) e, transformar a obrigação de perdoar em esperança por perdão (II Rs 5:14).
Pregar o evangelho é ser um bebê inconsciente no corredor do hospital no colo da mãe, para despertar o leite materno e a fé em Deus, em uma sociedade doente (resgate de órfãos, viúvas e desamparados). É nascer e morrer todos os dias para distribuir a fé, na vida eterna (atravessar a radioatividade da carência emocional).

Nesta viagem do tempo somos peregrinos sem nome, pois apenas devolvemos à Deus em gratidão, as orações recebidas para que elas se multipliquem em fé nos corações que nos amam anonimamente.

Projeto Philadélfia é um laboratório de pesquisa construído na dimensão do tempo para rastrear a serpente do Jardim do Éden, que viaja por gerações, proliferando a enfermidade da alma que contamina a fé levando povos para o inferno.

Na geração atual, ela se infiltrou na mente dos homens que não percebem que estão presos num sistema corrupto que vai gerar a dupla depressão a si mesmo.

A 1ª pela idolatria social, a 2ª pela crise existencial.

Por isso, o arrebatamento é iminente, pois as comunicações interpessoais estão comprometidas pela tecnologia de grampos e mídia, em poder de atravessadores da fé, fazendo da oração a única forma de se desviar das mentes para se falar com os corações.

Jesus está voltando, estamos vivendo a grande tribulação, ela só é percebida por aqueles que estão lutando contra Jezabel (libertação das famílias).

Busque a intimidade interior em oração para resgatar as almas que clamam por salvação.

Até mais, fique com Deus.

Sérgio H.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

São Paulo, 29 de julho de 2010.


Olá! A Paz do Senhor Jesus Cristo!

Continuando no Projeto Philadélfia, gostaria de analisar contigo esta frase: “Resgate de Almas”.

As duas versões anteriores sobre este mesmo tema (24/07 e 27/07) não foram postadas, mas divulgadas por “grampos”. Entretanto confiamos em Deus e em seu poder de semear o evangelho utilizando a própria manipulação.

Para analisarmos com mais clareza, vamos nos concentrar nesta visão:
Deus, a natureza criada por Ele, o ser humano e pássaros cantando em gaiolas.

Compare agora com esta segunda visão.
O Amor, O Espírito Santo, a inteligência e a criança que há dentro de cada um de nós.
Observe que os pássaros possuem uma característica peculiar. Cantam porque gostam de cantar.

Contemple agora Deus: Ele poderia destruir a gaiola, mas permite a sua existência.
Seria então o plano de Deus libertar aqueles que aprisionam?

Então quando os pássaros perdem a sua pureza (Temor do Senhor) a religião passa a ser uma ostentação, a porta estreita do evangelho deixa de ser um amplificador e a vida na terra um consumo de emoções.

Por isso é preciso conhecer a Deus através de uma só palavra para se entrar numa sintonia que gerará a ressonância do avivamento.

O preço que você tem pago, meu irmão, minha irmã, pela preservação do seu coração puro (amar o Amor), Jesus tem colhido no céu.

O Projeto Philadélfia é um instrumento de resgate, nós apenas o traduzimos, pois na sua fé está a melodia que alegrará a sua oração e produzirá o pentecostes no céu.

Olhe somente para o alvo (santificação) - IPe13 a 25 - louve a Deus, este coral será ouvido no mundo inteiro, então veremos o céu aberto.

Não se contamine (Ap 20:4) tenha certeza que o Espírito Santo está com você.

Descanse, viva com calma e respire o Amor, não precisa domina-lo, apenas ore e louve, Ele vai lhe conduzir a Igreja certa.

Ate mais, fique com Deus.

Sérgio H.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

São Paulo, 18 de julho de 2010.


A Paz do Senhor Jesus Cristo!

Com muito prazer, apresentamos o Projeto Philadélfia, analisando este tema “Plano de Salvação”.

Observe, inicialmente, que toda a essência do homem converge para um ponto interior que é o “Amor” e, que este sentimento está vinculado a uma dimensão que é o “Tempo”.

Diante disso, vamos tentar responder a esta pergunta: “Quanto tempo dura o Amor?”.
Para responder esta pergunta precisamos analisar cada item de forma isolada, pois depende de duas referencias de posicionamento; de dentro para fora ou de fora para dentro.

1º) Quando falamos em “tempo físico”, codificamos com o movimento do sol e da lua e o envelhecimento do nosso corpo material.
Quando falamos em “tempo espiritual”, precisamos crer em quem criou o universo e no seu poder de nos posicionar na história (Bíblia).

2º) Quando falamos em “amor emocional”, verificamos que a sua existência é proporcional ao sentimento de posse e na capacidade de dominá-lo através de técnicas subliminares de induzi-lo a uma gaiola de ilusão.

Quando falamos em “amor espiritual”, observamos que ele é maior que a razão e não gera opressão, pois não depende de agentes de controle.

Vamos focar agora em um tempo não cronológico e num amor infinito. Ambos estão alem da razão, mas são reais, pois não envelhece e nos trás fé no poder da unção.

Analise agora a vida de Jesus.

Suas palavras se cumpriram, seus sentimentos permanecem e o livro de sua vida (Bíblia) continua intacto e nele Ele disse que deixaria o Espírito Santo para nos ensinar a viver.
Observe que a sua vida se baseou em 3 partes: 3 anos de ministério social, 33 anos de ministério físico e 21 séculos de ministério espiritual (unção).

Então a interpretação da letra esta no “Amor”, e a posição no tempo está nos acontecimentos dos fatos.

Medite agora nesta pergunta: “O que é família?”.
- Seria ser conivente com os padrões de consumo ou lutar contra o bullying induzido do sistema.
- Seria permitir a idolatria do “medo subliminar” ou viver a fé que gere o amor.
- Seria pedir a Deus para ver o oculto ou se oferecer para ser útil e então receber a visão espiritual.
- Seria entrar na luta pela visão recebida ou esperar em Deus o momento para ser capacitado.
- Seria confiar na razão para ouvir a voz de Deus ou na sinceridade para ser dependente.
- Seria sair do Egito (sistema dos homens) e ser derrotado em Canaã (idolatrar a terra) ou caminhar no deserto (fé no amor) para aprender a conquistar a vida eterna (amor espiritual).
- Seria pregar a “Porta Larga”para ser derrotado por espíritos ou a “Porta Estreita”para a salvação de almas.
- Seria viver em Jó a unção do povo judeu ou negar o holocausto para dizer que Satanás não conhece a Bíblia.
- Seria criar muros para viver neste tempo ou crer em Deus para viver o milênio.

Seria então, ”Plano de Salvação”, o resgate de nossas famílias através da antecipação do arrebatamento, acelerando a divulgação do evangelho? (Ap.6:1 a 17).

Portanto, nos corações sensíveis dos adoradores está o relógio do tempo para o portal do “Amor Eterno”.

 Até mais, fique com Deus.
Sérgio H.


São Paulo, 30 de junho de 2010.

 A Paz do Senhor Jesus Cristo!

Olá, como vai você?

Prosseguindo nas análises do Projeto Philadélfia, gostaria de meditar contigo sobre esta pergunta: “qual o propósito da vida?”.

Acompanhe, inicialmente, o processo de evolução de uma criança num ambiente familiar e o impacto de valores que enfrenta quando se adentra ao convívio social.

Qual seria então a função dos pais?

Observe a necessidade da prática do exercício da sinceridade para haver consistência de receptividade nas comunicações definindo inicialmente regras de limite, mantendo o equilíbrio do crescimento controlado até atingir a liberdade de emancipação para sedimentar os valores nobres.
Mas quais são os valores nobres?

Se nós, como pais, temos consciência de nossas limitações como seres humanos, então sabemos que só o que ensinamos aos nossos filhos é incompleto, por isso, o ponto de partida dos valores nobres é a humildade.

Mas, se precisamos saber mais, onde está então o pai espiritual para que possamos conversar e descansar aprendendo?

Observe a amplitude do amor que você carrega em seu coração e medite: foi a inteligência que gerou os sentimentos ou realmente Deus existe?

Se Ele é real, será que seria tão incoerente a ponto de não nos ensinar a ouvi-lo?

Voltando para o ambiente físico e mental, observe que a saúde é proporcional aos cuidados de manutenção dos órgãos, por isso, buscamos na ciência novas informações contra as enfermidades.
Entretanto, quando entramos no corpo espiritual, nos deparamos com a única bússola que carregamos que é a fé no amor de Deus.

Então a nossa função como pais é sermos atalaias prontos para morrer se errarmos nos discernimentos (cobaia da própria fé) para que nossos filhos não cometam os mesmos erros nesta guerra contra o ódio (vícios da adrenalina da emoção).

A herança que deixamos não é o perfeccionismo, mas sim a sinceridade dos fatos, para que, em nossos erros ou acertos, as informações possam ser úteis (sem atravessadores), para abreviar a integração espiritual.

Entramos no deserto (jejuns) para ampliar os limites de renúncia para lutar contra os monopólios de controle de ostracismo do sistema. Corremos riscos na saída de ter o paladar enfraquecido, por isso, após a santificação precisamos manter a porta estreita com o mundo para não cair na idolatria emocional devido à hipersensibilidade, e ser extorquido pelos agiotas da fé que usam a psicologia da opressão para controlar uma justiça passional, fazendo alianças com Jezabel (mídia controlada).

Pregadores manhosos são inseguros, por isso querem ser idolatrados, não têm coragem de contestar o sistema, pois são controlados por ele. Induzem as famílias a viverem uma fé infantil e superficial para não discernirem os bastidores do poder.

A super idolatria gera a depressão. É a pescaria de aquário em atacado.

O sistema induz ao transtorno bipolar emocional para quebrar o equilíbrio de crescimento (90% de identidade própria com 10% de reciclagem) e impedir a emancipação dos 100% na dependência de Deus (40 anos no deserto).

Por isso, a família (igreja) precisa ter janelas estreitas com o mundo (10%) para que os filhos não deixem de honrar o amor dos pais, mas saiam para a vida como missionários conscientes que precisam da “escada de Betel” (Gn 28:10 a 17) para destruir a “torre de Babel” (Gn 11:1 a 9).

Portanto, a razão da vida é estar preparado para a morte e, sem o temor do Senhor (sinceridade), não entramos no reino da graça (Ml 4:6).

Santifique sua vida, leia a Bíblia e louve a Deus. Ele vai lhe usar para propagar o Seu amor sobre a terra, para que os corações possam se libertar da emoção e entrar na unção.

Até mais. Fique com Deus.

Sérgio H.

São Paulo, 29 de maio de 2010.

A Paz do Senhor Jesus Cristo!

Alegre pela sua presença, gostaria de lhes apresentar alguns aspectos do Projeto Philadélfia, analisando as cartas do apóstolo João, que estão no livro de Apocalipse da Bíblia Sagrada, nos capítulos 1 a 3.
Medite, inicialmente, no mistério da consistência da Bíblia, que sobrevive por gerações, com a mesma unção e poder, e chega até nós.

Diante deste quadro, vamos viajar de forma panorâmica sobre as escrituras, focando em 3 pontos:
1) Êxodo 19:4 – Deus fala com Moisés no Monte Sinai sobre a saída do Egito nas asas da águia.
2) Marcos 16:9 – Jesus aparece primeiramente a Maria Madalena.
3) Apocalipse 1:10 e 11 – João é arrebatado no Ilha de Patmos e, ouve uma voz que dizia: “Escreve num livro e envia às sete igrejas”.

Pare agora e vislumbre uma montanha e, em seu topo, o Jardim do Éden, em sua base 7 perfis de igrejas (famílias) e nos penhascos, os ninhos das águias.

Amplie esta visão para uma figura paterna do Criador que habita no Reino Espiritual, cuja voz se codifica na linguagem humana através de filtros de amor, de gratidão, de corações quebrantados (Madalena = primeira pregadora do Reino da Graça – Mc 16:10 – em lugares celestiais = coração de adorador).

Transfira agora a visão da montanha para o coração de Madalena e sua peregrinação por sete tipos de amores.
1) Caridade gerada por emoção e não por santificação (pentecostes sem doutrina).
2) Complexo de inferioridade por ouvir mais a voz de homens do que a voz de Deus (idolatria social).
3) Conversão exterior e não interior (doutrina sem pentecostes = muita educação e pouca sinceridade).
4) Busca a unção de Deus, mas faz aliança com atravessadores, permitindo a corrupção na distribuição da fé (discernimento imaturo).
5) Conhece a lei, mas não a graça (fariseus).
6) Busca de batalhas vencidas para plagiar a honra (igrejas de tecnologia).
7) Por esperar com paciência (apesar da dor, manteve o grão de mostarda da fé no amor), tem o encontro com o Pastor Jesus Cristo e o segue mesmo após a Sua morte (Lc 24:5) e recebe a unção para pregar para os discípulos e eles até nós.

Continuando a peregrinação por este fluxo de amor em trânsito, observamos que este fato aconteceu a mais de 20 séculos.

Por isso a visão de usos e costumes é relativa, pois depende da posição na dimensão do tempo, se preso no imediatismo de adorar as emoções (modismo) ou, buscando a santificação para renunciar os preconceitos (cobrir a nudez) e ser reprogramado para ser útil como vasos de barro, para levar o amor de Jesus através do Espírito Santo.
Jesus vem buscar um sentimento que se desprendeu da gaiola do tempo e, semeia o evangelho "verde" que transcende gerações (plantamos hoje, indiferentes do tempo da gestação dos frutos, para perpetuar o amor descrito nas escrituras).

Lutamos para preservar a virgindade no próximo porque sabemos que já não a temos.
O amor de Deus é único e está dentro de nós, é purificado em vaso de barro sete vezes para curar a lepra de Naamã (preconceitos) e, transformar a obrigação de perdoar em esperança por perdão (II Rs 5:14).
Pregar o evangelho é ser um bebê inconsciente no corredor do hospital no colo da mãe, para despertar o leite materno e a fé em Deus, em uma sociedade doente (resgate de órfãos, viúvas e desamparados). É nascer e morrer todos os dias para distribuir a fé, na vida eterna (atravessar a radioatividade da carência emocional).

Nesta viagem do tempo somos peregrinos sem nome, pois apenas devolvemos à Deus em gratidão, as orações recebidas para que elas se multipliquem em fé nos corações que nos amam anonimamente.

Projeto Philadélfia é um laboratório de pesquisa construído na dimensão do tempo para rastrear a serpente do Jardim do Éden, que viaja por gerações, proliferando a enfermidade da alma que contamina a fé levando povos para o inferno.

Na geração atual, ela se infiltrou na mente dos homens que não percebem que estão presos num sistema corrupto que vai gerar a dupla depressão a si mesmo.

A 1ª pela idolatria social, a 2ª pela crise existencial.

Por isso, o arrebatamento é iminente, pois as comunicações interpessoais estão comprometidas pela tecnologia de grampos e mídia, em poder de atravessadores da fé, fazendo da oração a única forma de se desviar das mentes para se falar com os corações.

Jesus está voltando, estamos vivendo a grande tribulação, ela só é percebida por aqueles que estão lutando contra Jezabel (libertação das famílias).

Busque a intimidade interior em oração para resgatar as almas que clamam por salvação.

Até mais, fique com Deus.

Sérgio H.

São Paulo, 25 de abril de 2006

A Paz do Senhor Jesus Cristo!

Olá, com muito prazer abrimos nosso coração para participar das bênçãos de Deus para com todos.

Neste momento gostaria de abordar os sentidos da palavra "carência".

Se olharmos em redor de forma panorâmica, observamos a existência desta palavra em todas as situações, pensamentos, atitudes, relacionamentos internos e externos, etc. Tudo converge para enaltecer a "falta de alguma coisa".

A dificuldade do ser humano em conviver com esta realidade o leva a buscar situações para encobrir aquilo que confirma sua dependência de sua própria fraqueza. Ou seja, ele procura mutilar sua sensibilidade cauterizando suas emoções para se convencer de que não precisa de sentimentos para se manter vivo. Essa exteriorização de hipocrisia o faz ostentar posturas de fortaleza sustentada pela quantidade de "coisas" que acumula: dinheiro, bens materiais, títulos, aparências, conquistas amorosas sem vínculos, etc. Tudo se concentra na postura de ter, nunca de renunciar, nisso confirma a falta de alguma coisa que nem ele sabe o que é, pois se houvesse excessos ele estaria satisfeito com a atitude de dividir.

Vamos analisar a "carência" como a sede de beber água pura quando estamos no deserto, se olharmos em volta observamos a paz da natureza em seu equilíbrio como ecossistema e a intranqüilidade do homem em dominar a sua sabedoria. Quanto mais conhecimento acumula, menos discernimento ele tem, ou seja, busca os segredos da vida para dominá-la, mas não para aprender com ela. Observe esta incoerência, ele quer a água para matar a sede, mas não doa a sua vida para gerar mais água. Ele quer a sabedoria para conquistar e não para renunciar.

Nesta posição de analise acrescentamos a carência como sendo parte do sistema de equilíbrio em movimento, ou seja, a vida sem a "falta de alguma coisa", deixaria de ser vida. Os átomos sem a carência magnética deixariam de ter movimento e, portanto deixariam de formar moléculas e corpos maiores. Entretanto um átomo radioativo (perdeu seu equilíbrio magnético) se torna extremamente carente se transformando em agente cancerígeno quando não isolado e controlado devidamente.

Retornando a situação de deserto e sede, imaginemos agora uma mãe, uma criança e um copo de água. Nesta situação de sobrevivência algumas mães renunciariam a água para doar sua vida ao filho. Quando dizemos algumas, codificamos a existência de átomos radioativos que deformam o sentimento materno transformando os filhos como conseqüência de meros encontros sexuais. Da mesma forma, ao passarmos pela vida sem contemplar esta atitude materna (que se propôs a morrer para que o filho vivesse) como sendo a fonte que gera água limpa do Amor Ágape, então visitamos as sete maravilhas da natureza, mas não entendemos porque ela foi criada.

Por outro lado, se esta mãe sobreviver mesmo sem a água, a união com este filho pode se transformar num cordão umbilical deformado que na época da emancipação cria formas de correntes e algemas. Entretanto se naquele deserto ao receber a sobrevida, ela reconhecer a existência da misericórdia então conquistou o grande presente do Criador, fé no Amor de Deus.

A partir desta situação cresce um sentimento que supre todas as carências (gratidão) e assim conecta-se com a sabedoria da sensibilidade. Neste estágio o primeiro item do leite materno que oferta é apresentar ao filho a existência do Pai Espiritual que os salvou do deserto, e os conduz para a vida eterna na sua presença. Quando você oferta as suas conquistas materiais e emocionais para órfãos, viúvas e desamparados (carentes cancerígenos) vestindo protetores anti-radioativos (doutrina do Espírito Santo) então você vai ver a diferença entre a prosperidade em sua família gerada pela sua gratidão a Deus e da prosperidade egoísta fruto de conquistas pessoais de forma solitária.

Carência se resume em combustível que mantém a dinâmica da paz em movimento (átomos: relações sadias numa família educada pelo Espírito Santo) para criar inúmeras combinações (moléculas: casamentos, amizades, igrejas) com o objetivo de suprir os enfermos radiativos (pessoas analfabetas emocionais) a ter sua parte completada na Fonte geradora de Água pura para restaurar toda carência mal resolvida.

Nessa situação de filantropia agregada à consciência da incapacidade de lutar contra forças espirituais malignas mais forte que a nossa capacidade de imunização, ofertamos nossa fraqueza a espera do revestimento para devolver o equilíbrio da paz interior rompida. Assim prosperamos na gratidão múltipla e recíproca entre Pai e filhos (nós e Deus) pelo sorriso de uma criança (0 a 100 anos).

Portanto na "carência" aprendemos a discernir a distancia (entre duas pessoas) que gera prosperidade sem correr riscos de contaminações. Vivemos num corpo físico carente para aprender a cultivar os frutos do Espírito na renuncia.

Ate breve, fique com Deus!

Sérgio H.

São Paulo, 9 de Abril de 2006

A Paz do Senhor Jesus Cristo!

Olá, com muito prazer nos encontramos novamente para compartilhar das bênçãos do Amor de Deus.

Vamos meditar neste sentimento "Amor de Deus". Pela sua grandeza e sabedoria, sabemos que tudo é perfeito, principalmente as nossas imperfeições para que diante de nossas fraquezas sejamos dependentes do seu poder.

Se falamos em Amor é porque sentimos que temos algo no coração mas quando queremos transforma-lo em atitudes percebemos a nossa dependência de Deus para que ela seja eficaz e resulte em bênçãos para nós e o próximo.

Por outro lado como podemos falar de Amor se não o sentimos? Como podemos falar da laranja sem ter provado seu sabor? Como vamos conhecer a Deus se não pedir um encontro com Ele?
Portanto o primeiro passo é marcar um encontro, o segundo é esperar, o terceiro é discernir, o quarto é agradecer.

Gostaria de analisar o terceiro passo com mais detalhes: sabemos que há dois caminhos espirituais, o que é de Deus e o que não é de Deus, quando limpamos o coração e buscamos um caminho que alegre uma criança, sabemos que estamos buscando o verdadeiro Pai Espiritual.

Por isso precisamos pedir a Ele que nos ajude a discernir o verdadeiro caminho.

Muitos não conseguem atingir este discernimento, pois consultam a si mesmos e assim ficam presos dentro de seus preconceitos de analises exteriores não conseguindo ter a segunda visão que é a do Espírito Santo. Somente vamos sentir quando ofertarmos os cinco sentidos (olfato, paladar, audição, visão, tato) para que Deus os capacite a viver no plano espiritual do Amor verdadeiro.

A conseqüência deste encontro é a felicidade que muitos procuram, mas não tem a convicção do que ela seja. Em primeiro estágio vislumbram como sendo uma situação de paz e equilíbrio com abundância de saúde, de dinheiro, de amigos, de emprego, etc... Essa visão é o resultado dos cinco sentidos de forma egocêntrica sem a humildade de reconhecer que o homem é incapaz de criar o homem, portanto precisa se convencer de que é feliz para encobrir seu egoísmo e arrogância achando que é auto-suficiente para se fazer feliz.

Observe a imaturidade desta situação, o homem buscando um pássaro chamado felicidade para colocar dentro de uma gaiola para ter a certeza de que ela lhe pertence.

Vamos ampliar agora o ângulo de visão e condensar este sentimento em três sinônimos (Amor, Vida, Paz), nesta união encontramos uma certeza de que felicidade é sentir um Amor verdadeiro durante toda a Vida que nos traz a Paz por saber que quem nos criou nos ama antes de nascermos.

Portanto, felicidade é amar e sentir-se amado pelo criador de todo o Universo.

Observe a amplitude desta genealogia (Pai, Filho, Espírito Santo) contemple a dimensão e pureza desta união, vislumbre o poder de uma união entre um Pai e o Filho numa proporção Espiritual, agora olhe a diferença quando estamos no plano dos cinco sentidos como fazemos desta união uma relação idólatra e possessiva, o quanto sofre um filho quando os pais não confiam no amor que deram e assim não consegue emancipa-los emocionalmente.

O resultado desta deformação de educação emocional é a proliferação de famílias incompletas e adolescentes inseguros, gerando uma hipocrisia de felicidade de ostentação. Ou seja, o jovem somente se sente feliz se é bem aceito pela sociedade em que convive, ele perde a referencia pessoal e a personalidade vocacional se transformado num mero andarilho de consumo pela vida. Não tem coragem de fomentar caminhos próprios de sinceridade por não ter uma referencia convicta de direção, vive de forma superficial, onde valores como fidelidade, caráter, dignidade, humildade, honra, respeito, etc..., são substituídos por: malícia, esperteza, hipocrisia, adultério, falsidade, etc. Vive numa carência viciada de idolatrar e ser idolatrado, são adultos carentes e imaturos.

Nós adultos cheios de cicatrizes no coração, que chegamos ao Amor Ágape através das dores das desilusões com as vaidades humanas, devemos como postura de gratidão ser pastores destas ovelhas que ainda restam a se manterem puras para abreviarem este encontro com a Unção que transforma os cinco sentidos primários em Dons Espirituais de: cura, libertação, sabedoria, louvor, profecias, etc...

Assim nesta viagem de retorno ao coração de Deus levamos conosco a certeza de que todo o conhecimento humano sem a coragem de se jogar no Amor de Deus para tê-lo no coração seria como o metal que soa ou como o sino que bate.

Ate mais, fique com Deus!

Sérgio H.

São Paulo, 8 de abril de 2006

A Paz do Senhor Jesus Cristo!

Olá, saudações a todos.

Virando mais uma página deste livro chamado "Vida", vamos avançando nesta viagem de retorno para as origens de nossa criação, guiados pela plena convicção da vitória dos valores nobres.

Nesta busca interior de encontrar este portal para esta dimensão espiritual usamos uma luz chamada "Fé".

Apesar de nossa pouca força, caminhamos seguros de que alguém nos observa e protege, pois na desproporção de sabedorias entre nos e o Universo que nos rodeia, temos a consciência de que não será a nossa capacidade de encontrar, mas sim a sua vontade de nos acolher.

Sem essa posição de humildade é impossível adentrar nessa viagem sensitiva, pois nossos preconceitos de formas de comunicação e analises nos impede de aprender pela fé caminhos que o raciocínio lógico não nos pode levar. Por isso nos jogamos com coragem e ousadia para aprender a sentir voz do Criador.

Quando temos a convicção que não sabemos, e sabemos que Ele sabe que não sabemos, descansamos aprendendo a cada dia a ficar mais dependente da pureza de coração para sentir a sua voz, do que a quantidade de informações para entender suas origens.

Neste processo, desocupamos nossas mentes da ansiedade de encontrar a sabedoria e deixamos que na Paz do Senhor a sabedoria nos alcance. Ou seja, nos concentramos em usar a nossa inteligência apenas para fazer aquilo que a Sabedoria que nos criou, nos oriente a operar em cada situação.

Ao desligar nosso ego, parados, podemos observar que existe uma ponte entre o que sentimos e o que pensamos. Há pensamentos que nos alegram, mas às vezes queremos esquecer e não conseguimos por isso a dor é um sentimento indispensável para impulsionar esta travessia da mente para o coração e do coração para Deus.

Enquanto vivemos numa vida tranqüila e estável, contemplamos a vida como "dentistas que nunca sentiram a dor", acumulamos informações através de terceiros, mas não temos a noção verdadeira da importância do Amor de Deus.

Quando enfrentamos situações de desilusões (mortes, enfermidades, separações, etc), na dor, verificamos que: "o dentista não pode curar seu próprio dente", e assim ao encontrar alguém que nos cure e restaure, aprendemos na prática o verdadeiro sentido da palavra "Misericórdia", recebemos a Paz não porque merecemos, mas porque alguém nos amou primeiro.

Quando recebemos este presente chamado "Gratidão", a vida não é mais um exercício de obrigações, mas a satisfação de poder agradecer pelo privilégio de conhecer e sentir a dimensão do poder e bondade do Criador do Universo.

Hoje observamos muitas pessoas estagnadas num labirinto de teorias, psicologias, teologias, etc, mas analfabetas no discernimento emocional. Enxergam a cor dos olhos do seu próximo, mas não sentem a dor da lágrima que oculta, e quando choram não sabem onde buscar o consolo. Assim, cegos e inseguros, tropeçam em devaneios de religiões de auto-ajuda que cauterizam suas mentes se iludindo com uma falsa felicidade.

Observe agora este quadro e medite na sua profundidade: entre uma criança indefesa e um Pai espiritual, onipotente, onisciente, onipresente (Deus), existe um adulto com duas opções de atitudes.

Ou ele despreza esta responsabilidade de ser a ponte de bênçãos, ou ele oferta a sua fraqueza para aprender a ensinar aquilo que o Pai Criador do céu e da terra tem para dar a essa criança.

Nesta posição de ponte anônima, rios de Água Viva fluirão, pois se anulam os atravessadores da fé entre um coração criança e uma sabedoria Universal.

Quando os "adultos" se colocarem na posição de menor diante dessas duas grandezas, "A alegria de Deus ao ver uma criança sorrir", então ele atingiu o "just in time" da vida.

Ate breve, fique com Deus!

Sérgio H.

São Paulo, 7 de Abril de 2006

A Paz do Senhor Jesus Cristo!

Prezados, saúdo a todos com alegria e respeito pelas diferenças, unidos no Amor de Deus.

Neste momento gostaria de meditar de forma mais panorâmica os estágios atingidos:

Observo três seqüências de escolaridade na sabedoria quando a colocamos de forma vertical, ou seja, quando a utilizamos para buscar aquilo que não sabemos, mas sentimos que necessitamos.

- A Emocional, a criança chora quando sente dor e sorri quando se alegra, de forma pura e simples sem malicias ao usar a sensibilidade.

- A Racional, o adulto reprime sua sensibilidade para controlar suas carências e busca na sua inteligência as formulas para corrigir e organizar os valores para preservar a sinceridade da sensibilidade.

- A Sensitiva, após as falências das duas sabedorias de forma isolada, busca-se o equilíbrio (cabeça de adulto em coração criança), nesta situação o homem sente sua impotência diante de uma muralha chamada "Perdão", pois sua mente não consegue entender a ausência de malicia para enxergar a justiça, então se começa uma rota de fuga dos problemas pela insegurança de poder resolvê-la.

Nesta rota de peregrino sem rumo diante de neurônios massificados, multiplicam-se as carências mal resolvidas acumulando magoas e o desprezo pela qualidade de sinceridade, pois neste estagio a hipocrisia se torna para ele um instrumento de defesa vivendo uma ilusão consciente de sua pobreza espiritual.

Entretanto se ele persistir na busca da cura do "Perdão para si próprio e para o próximo" sem ocultar a sua enfermidade ele entra na dimensão Espiritual com olhos do coração (sensibilidade). Quando reprimimos o desejo de reagir às injustiças recebidas ou por nós praticadas acumulamos a dor na Alma que gera o "orgasmo espiritual", atingi-se o clímax emocional, sentir o Amor de Deus. Após este encontro, suas carências são supridas e seus horizontes ampliados saindo de seu "mundinho", de sabedoria egoísta e entrando num Universo inesgotável de Paz e Justiça.

Para se subir a montanha e descansar na casa branca da pureza para esperar o encontro espiritual de Amor, é preciso abandonar os desejos de juntar "pedrinhas" e "caçar borboletas", tirar as gorduras do coração (idolatrias), exercitar os músculos do espírito (fé), caminhar para dentro si e sentir a Paz do Senhor Jesus Cristo!

Até mais, fique com Deus!

Sérgio Higa