quinta-feira, 30 de setembro de 2010

São Paulo, 30 de setembro de 2010


A Paz do Senhor Jesus Cristo!

Felizes por este contato, apresentamos o Projeto Philadélfia, analisando contigo esta palavra: “Comunicação”.

Gostaria de mencionar, inicialmente, quatro objetivos principais deste projeto:
1º - Buscar o poder de Deus (Oração);
2º - Encontro com o Espírito Santo (Fé);
3º - Emancipação da Fé (Vida Eterna);
4º - Combater atravessadores da Fé (Discernimento).

- Quando buscamos o Poder de Deus, é porque sentimos que precisamos de ajuda, pois a nossa justiça é passional (queremos o Amor, mas não sabemos perdoar). Por isso, ao parar para sentir, damos o 1º passo da humildade para reaprender a amar.

- Se falamos em humildade de sentimentos, é porque temos consciência da necessidade de uma fonte mais pura e capaz de discernir nossa sinceridade e dependência, e assim no grão de mostarda de nossa fé, cremos que Deus pode nos ouvir e revelar a Fé Dele em nós (esperar com paciência).

- Após este encontro, a gratidão se multiplica e nos dá convicção de que o mundo Espiritual é real, e há um sistema mais justo e santo, cujo poder está acima de nossa capacidade de entender.

- Diante deste quadro, vamos meditar agora com os olhos do Espírito Santo e discernir as primícias de suas intenções.

Medite numa família, os pais brigando por ciúmes diante de um filho pequeno. Observe agora suas lágrimas. Deus as recolhe e envia anjos para sustentar o coração desta criança enquanto procura voluntários para, através do Espírito Santo, conduzi-los à reconciliação e, assim alegrar o coração puro de uma alma criança.

Por isso o grande atravessador da Fé é o orgulho da inteligência, que sem humildade nunca vai conhecer a sabedoria do Amor.

Quando a fé em ideais derruba ditaduras, mas não o orgulho da cultura de ostentação, a democracia se torna um narcisismo de trás do espelho que gera a ruptura da ética e a proliferação do ódio.

No sistema dos homens, a posse do amor é mais importante do que a renúncia, por isso o deserto do perdão é uma utopia desnecessária (ostentar para excluir).

No sistema de Deus, na sobrevida das mães esta o sinal da unção do amor de renúncia que sustenta gerações (Is 51).

A fé na fé gera farisaísmos.
A fé no amor gera o perdão.
A fé no perdão gera a gratidão.
A fé na gratidão gera o discernimento para entregar o amargo por amor, para combater o amargo por falta de amor.

A função da fé é servir o amor, por isso, por respeito aos corações maternos, renunciamos as emoções para ajudá-las na emancipação dos filhos, e conduzi-los a crer no poder da oração mutua.

Quando voltamos para agradecer o amor recebido (respeito aos pais) Deus aumenta o tempo de vida para semear o amor que Ele multiplica em cada coração (Is 38).

Nesta escola da vida, precisamos manter a intimidade com o Criador, pois vamos precisar da personalidade própria para discernir momentos de renuncia de respostas (quebra de preconceitos = auto-idolatria) com a manutenção de um coração puro (aprender a se alimentar não confiando em pessoas, mas no poder de Deus para usar pessoas).

O homem se comunica através de palavras, Deus se relaciona através do Espírito Santo e, somente Ele pode abrir os corações para libertar os preconceitos.

Confie, Jesus te ama e lhe ouve, Ele esta cuidando de você.

Ate mais, fique com Deus.

Sérgio H.

São Paulo, 29 de maio de 2010.

A Paz do Senhor Jesus Cristo!

Alegre pela sua presença, gostaria de lhes apresentar alguns aspectos do Projeto Philadélfia, analisando as cartas do apóstolo João, que estão no livro de Apocalipse da Bíblia Sagrada, nos capítulos 1 a 3.
Medite, inicialmente, no mistério da consistência da Bíblia, que sobrevive por gerações, com a mesma unção e poder, e chega até nós.

Diante deste quadro, vamos viajar de forma panorâmica sobre as escrituras, focando em 3 pontos:
1) Êxodo 19:4 – Deus fala com Moisés no Monte Sinai sobre a saída do Egito nas asas da águia.
2) Marcos 16:9 – Jesus aparece primeiramente a Maria Madalena.
3) Apocalipse 1:10 e 11 – João é arrebatado no Ilha de Patmos e, ouve uma voz que dizia: “Escreve num livro e envia às sete igrejas”.

Pare agora e vislumbre uma montanha e, em seu topo, o Jardim do Éden, em sua base 7 perfis de igrejas (famílias) e nos penhascos, os ninhos das águias.

Amplie esta visão para uma figura paterna do Criador que habita no Reino Espiritual, cuja voz se codifica na linguagem humana através de filtros de amor, de gratidão, de corações quebrantados (Madalena = primeira pregadora do Reino da Graça – Mc 16:10 – em lugares celestiais = coração de adorador).

Transfira agora a visão da montanha para o coração de Madalena e sua peregrinação por sete tipos de amores.
1) Caridade gerada por emoção e não por santificação (pentecostes sem doutrina).
2) Complexo de inferioridade por ouvir mais a voz de homens do que a voz de Deus (idolatria social).
3) Conversão exterior e não interior (doutrina sem pentecostes = muita educação e pouca sinceridade).
4) Busca a unção de Deus, mas faz aliança com atravessadores, permitindo a corrupção na distribuição da fé (discernimento imaturo).
5) Conhece a lei, mas não a graça (fariseus).
6) Busca de batalhas vencidas para plagiar a honra (igrejas de tecnologia).
7) Por esperar com paciência (apesar da dor, manteve o grão de mostarda da fé no amor), tem o encontro com o Pastor Jesus Cristo e o segue mesmo após a Sua morte (Lc 24:5) e recebe a unção para pregar para os discípulos e eles até nós.

Continuando a peregrinação por este fluxo de amor em trânsito, observamos que este fato aconteceu a mais de 20 séculos.

Por isso a visão de usos e costumes é relativa, pois depende da posição na dimensão do tempo, se preso no imediatismo de adorar as emoções (modismo) ou, buscando a santificação para renunciar os preconceitos (cobrir a nudez) e ser reprogramado para ser útil como vasos de barro, para levar o amor de Jesus através do Espírito Santo.
Jesus vem buscar um sentimento que se desprendeu da gaiola do tempo e, semeia o evangelho "verde" que transcende gerações (plantamos hoje, indiferentes do tempo da gestação dos frutos, para perpetuar o amor descrito nas escrituras).

Lutamos para preservar a virgindade no próximo porque sabemos que já não a temos.
O amor de Deus é único e está dentro de nós, é purificado em vaso de barro sete vezes para curar a lepra de Naamã (preconceitos) e, transformar a obrigação de perdoar em esperança por perdão (II Rs 5:14).
Pregar o evangelho é ser um bebê inconsciente no corredor do hospital no colo da mãe, para despertar o leite materno e a fé em Deus, em uma sociedade doente (resgate de órfãos, viúvas e desamparados). É nascer e morrer todos os dias para distribuir a fé, na vida eterna (atravessar a radioatividade da carência emocional).

Nesta viagem do tempo somos peregrinos sem nome, pois apenas devolvemos à Deus em gratidão, as orações recebidas para que elas se multipliquem em fé nos corações que nos amam anonimamente.

Projeto Philadélfia é um laboratório de pesquisa construído na dimensão do tempo para rastrear a serpente do Jardim do Éden, que viaja por gerações, proliferando a enfermidade da alma que contamina a fé levando povos para o inferno.

Na geração atual, ela se infiltrou na mente dos homens que não percebem que estão presos num sistema corrupto que vai gerar a dupla depressão a si mesmo.

A 1ª pela idolatria social, a 2ª pela crise existencial.

Por isso, o arrebatamento é iminente, pois as comunicações interpessoais estão comprometidas pela tecnologia de grampos e mídia, em poder de atravessadores da fé, fazendo da oração a única forma de se desviar das mentes para se falar com os corações.

Jesus está voltando, estamos vivendo a grande tribulação, ela só é percebida por aqueles que estão lutando contra Jezabel (libertação das famílias).

Busque a intimidade interior em oração para resgatar as almas que clamam por salvação.

Até mais, fique com Deus.

Sérgio H.