quarta-feira, 21 de julho de 2010

São Paulo, 29 de maio de 2010.

A Paz do Senhor Jesus Cristo!

Alegre pela sua presença, gostaria de lhes apresentar alguns aspectos do Projeto Philadélfia, analisando as cartas do apóstolo João, que estão no livro de Apocalipse da Bíblia Sagrada, nos capítulos 1 a 3.
Medite, inicialmente, no mistério da consistência da Bíblia, que sobrevive por gerações, com a mesma unção e poder, e chega até nós.

Diante deste quadro, vamos viajar de forma panorâmica sobre as escrituras, focando em 3 pontos:
1) Êxodo 19:4 – Deus fala com Moisés no Monte Sinai sobre a saída do Egito nas asas da águia.
2) Marcos 16:9 – Jesus aparece primeiramente a Maria Madalena.
3) Apocalipse 1:10 e 11 – João é arrebatado no Ilha de Patmos e, ouve uma voz que dizia: “Escreve num livro e envia às sete igrejas”.

Pare agora e vislumbre uma montanha e, em seu topo, o Jardim do Éden, em sua base 7 perfis de igrejas (famílias) e nos penhascos, os ninhos das águias.

Amplie esta visão para uma figura paterna do Criador que habita no Reino Espiritual, cuja voz se codifica na linguagem humana através de filtros de amor, de gratidão, de corações quebrantados (Madalena = primeira pregadora do Reino da Graça – Mc 16:10 – em lugares celestiais = coração de adorador).

Transfira agora a visão da montanha para o coração de Madalena e sua peregrinação por sete tipos de amores.
1) Caridade gerada por emoção e não por santificação (pentecostes sem doutrina).
2) Complexo de inferioridade por ouvir mais a voz de homens do que a voz de Deus (idolatria social).
3) Conversão exterior e não interior (doutrina sem pentecostes = muita educação e pouca sinceridade).
4) Busca a unção de Deus, mas faz aliança com atravessadores, permitindo a corrupção na distribuição da fé (discernimento imaturo).
5) Conhece a lei, mas não a graça (fariseus).
6) Busca de batalhas vencidas para plagiar a honra (igrejas de tecnologia).
7) Por esperar com paciência (apesar da dor, manteve o grão de mostarda da fé no amor), tem o encontro com o Pastor Jesus Cristo e o segue mesmo após a Sua morte (Lc 24:5) e recebe a unção para pregar para os discípulos e eles até nós.

Continuando a peregrinação por este fluxo de amor em trânsito, observamos que este fato aconteceu a mais de 20 séculos.

Por isso a visão de usos e costumes é relativa, pois depende da posição na dimensão do tempo, se preso no imediatismo de adorar as emoções (modismo) ou, buscando a santificação para renunciar os preconceitos (cobrir a nudez) e ser reprogramado para ser útil como vasos de barro, para levar o amor de Jesus através do Espírito Santo.
Jesus vem buscar um sentimento que se desprendeu da gaiola do tempo e, semeia o evangelho "verde" que transcende gerações (plantamos hoje, indiferentes do tempo da gestação dos frutos, para perpetuar o amor descrito nas escrituras).

Lutamos para preservar a virgindade no próximo porque sabemos que já não a temos.
O amor de Deus é único e está dentro de nós, é purificado em vaso de barro sete vezes para curar a lepra de Naamã (preconceitos) e, transformar a obrigação de perdoar em esperança por perdão (II Rs 5:14).
Pregar o evangelho é ser um bebê inconsciente no corredor do hospital no colo da mãe, para despertar o leite materno e a fé em Deus, em uma sociedade doente (resgate de órfãos, viúvas e desamparados). É nascer e morrer todos os dias para distribuir a fé, na vida eterna (atravessar a radioatividade da carência emocional).

Nesta viagem do tempo somos peregrinos sem nome, pois apenas devolvemos à Deus em gratidão, as orações recebidas para que elas se multipliquem em fé nos corações que nos amam anonimamente.

Projeto Philadélfia é um laboratório de pesquisa construído na dimensão do tempo para rastrear a serpente do Jardim do Éden, que viaja por gerações, proliferando a enfermidade da alma que contamina a fé levando povos para o inferno.

Na geração atual, ela se infiltrou na mente dos homens que não percebem que estão presos num sistema corrupto que vai gerar a dupla depressão a si mesmo.

A 1ª pela idolatria social, a 2ª pela crise existencial.

Por isso, o arrebatamento é iminente, pois as comunicações interpessoais estão comprometidas pela tecnologia de grampos e mídia, em poder de atravessadores da fé, fazendo da oração a única forma de se desviar das mentes para se falar com os corações.

Jesus está voltando, estamos vivendo a grande tribulação, ela só é percebida por aqueles que estão lutando contra Jezabel (libertação das famílias).

Busque a intimidade interior em oração para resgatar as almas que clamam por salvação.

Até mais, fique com Deus.

Sérgio H.

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