quarta-feira, 21 de julho de 2010

São Paulo, 30 de junho de 2010.

 A Paz do Senhor Jesus Cristo!

Olá, como vai você?

Prosseguindo nas análises do Projeto Philadélfia, gostaria de meditar contigo sobre esta pergunta: “qual o propósito da vida?”.

Acompanhe, inicialmente, o processo de evolução de uma criança num ambiente familiar e o impacto de valores que enfrenta quando se adentra ao convívio social.

Qual seria então a função dos pais?

Observe a necessidade da prática do exercício da sinceridade para haver consistência de receptividade nas comunicações definindo inicialmente regras de limite, mantendo o equilíbrio do crescimento controlado até atingir a liberdade de emancipação para sedimentar os valores nobres.
Mas quais são os valores nobres?

Se nós, como pais, temos consciência de nossas limitações como seres humanos, então sabemos que só o que ensinamos aos nossos filhos é incompleto, por isso, o ponto de partida dos valores nobres é a humildade.

Mas, se precisamos saber mais, onde está então o pai espiritual para que possamos conversar e descansar aprendendo?

Observe a amplitude do amor que você carrega em seu coração e medite: foi a inteligência que gerou os sentimentos ou realmente Deus existe?

Se Ele é real, será que seria tão incoerente a ponto de não nos ensinar a ouvi-lo?

Voltando para o ambiente físico e mental, observe que a saúde é proporcional aos cuidados de manutenção dos órgãos, por isso, buscamos na ciência novas informações contra as enfermidades.
Entretanto, quando entramos no corpo espiritual, nos deparamos com a única bússola que carregamos que é a fé no amor de Deus.

Então a nossa função como pais é sermos atalaias prontos para morrer se errarmos nos discernimentos (cobaia da própria fé) para que nossos filhos não cometam os mesmos erros nesta guerra contra o ódio (vícios da adrenalina da emoção).

A herança que deixamos não é o perfeccionismo, mas sim a sinceridade dos fatos, para que, em nossos erros ou acertos, as informações possam ser úteis (sem atravessadores), para abreviar a integração espiritual.

Entramos no deserto (jejuns) para ampliar os limites de renúncia para lutar contra os monopólios de controle de ostracismo do sistema. Corremos riscos na saída de ter o paladar enfraquecido, por isso, após a santificação precisamos manter a porta estreita com o mundo para não cair na idolatria emocional devido à hipersensibilidade, e ser extorquido pelos agiotas da fé que usam a psicologia da opressão para controlar uma justiça passional, fazendo alianças com Jezabel (mídia controlada).

Pregadores manhosos são inseguros, por isso querem ser idolatrados, não têm coragem de contestar o sistema, pois são controlados por ele. Induzem as famílias a viverem uma fé infantil e superficial para não discernirem os bastidores do poder.

A super idolatria gera a depressão. É a pescaria de aquário em atacado.

O sistema induz ao transtorno bipolar emocional para quebrar o equilíbrio de crescimento (90% de identidade própria com 10% de reciclagem) e impedir a emancipação dos 100% na dependência de Deus (40 anos no deserto).

Por isso, a família (igreja) precisa ter janelas estreitas com o mundo (10%) para que os filhos não deixem de honrar o amor dos pais, mas saiam para a vida como missionários conscientes que precisam da “escada de Betel” (Gn 28:10 a 17) para destruir a “torre de Babel” (Gn 11:1 a 9).

Portanto, a razão da vida é estar preparado para a morte e, sem o temor do Senhor (sinceridade), não entramos no reino da graça (Ml 4:6).

Santifique sua vida, leia a Bíblia e louve a Deus. Ele vai lhe usar para propagar o Seu amor sobre a terra, para que os corações possam se libertar da emoção e entrar na unção.

Até mais. Fique com Deus.

Sérgio H.

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